quarta-feira, 04/11/2026

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Diário de Juiz de Fora

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Mulher em Juiz de Fora confunde corpo encontrado em cova com o da avó durante limpeza

Uma tragédia inesperada marcou o Dia de Finados em Juiz de Fora, quando uma mulher de 28 anos, Karoline Luiza Venerando de Paula, caiu em uma cova durante uma visita ao Cemitério Municipal. O…

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Uma tragédia inesperada marcou o Dia de Finados em Juiz de Fora, quando uma mulher de 28 anos, Karoline Luiza Venerando de Paula, caiu em uma cova durante uma visita ao Cemitério Municipal. O incidente ocorreu enquanto ela tentava prestar homenagem à avó, mas acabou confundindo os jazigos devido ao mato alto que dificultava a visualização.

Karoline relatou que, ao chegar ao cemitério, não conseguiu localizar o túmulo da avó e, após consultar a administração, recebeu o número da sepultura. No entanto, ao se aproximar, não percebeu que a identificação do jazigo estava voltada para outra direção e, assim, começou a limpar a cova errada. Tragicamente, a estrutura cedeu, e ela caiu sobre um corpo em decomposição.

“Quando eu olhei, estava de cara com o crânio. Restos mortais mesmo. Dava para ver tudo, o corpo já estava em decomposição”, descreveu Karoline, que apesar do susto, não sofreu ferimentos. Após a queda, ela precisou de ajuda para sair da cova e, em um momento de angústia, pensou que tinha caído sobre a avó. Somente na terça-feira, ao retornar ao cemitério, foi que descobriu que o corpo não era o dela, mas sim de um desconhecido.

A Prefeitura de Juiz de Fora se manifestou sobre o ocorrido, informando que após o incidente, a administração do cemitério entrou em contato com a família de Karoline para prestar orientações e esclarecer a situação. A administração também se comprometeu a verificar as condições do local e a providenciar uma tampa provisória para a cova danificada. Contudo, ressaltou que os reparos definitivos são de responsabilidade dos familiares.

Após o trauma do dia anterior, Karoline voltou ao cemitério, que já havia sido limpo, e finalmente conseguiu prestar sua homenagem à avó, que faleceu há três anos. “Ontem eu saí daqui muito chateada, muito triste, chorando. Não consegui prestar homenagem. Hoje, quando eles limparam, eu realmente vi qual era o túmulo dela. Coloquei umas florzinhas, deixei enfeitado”, contou, aliviada por conseguir finalmente fazer uma homenagem digna.